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Quinta Municipal da Piedade

Tipo de património

Património material

Identificação patrimonial

Monumento/Edifício

Espaços constituintes

Parque público
Jardim histórico
Palácio da Quinta da Piedade
Património histórico / religioso






Descrição




A Quinta Municipal da Piedade contém também um parque urbano.
A quinta possui uma forte componente patrimonial, com destaque para o Palácio, o Oratório de São Jerónimo e a Lapa do Senhor Morto, o que juntamente com o parque dos animais, o viveiro municipal e as hortas biológicas conferem um carácter único e especial a este espaço municipal.
O parque urbano possui diversas valências desportivas (campo multiusos, campos de ténis e ginásio ao ar livre) e áreas de recreio infantil e juvenil, estando a componente lazer comtemplada com a existência de zonas de estadia.

Ocupando uma secção da colina, nas proximidades da urbanização com o mesmo nomeseparada por muros altos, a Quinta Municipal da Piedade, na Póvoa de Santa Iria, é um espaço muito agradável.

Com entrada pela Rua Padre Manuel Duarte, a área, extensa e irregular, está aberta ao público, posta que foi pela autarquia ao serviço da comunidade.

Os terraços escalonados estão organizados em eixos ortogonais, e as ruas são ladeadas por árvores, numa extensão de verde que restitui o contacto com a natureza. De vez em quando aparecem lagos e fontanários.
E à disposição dos visitantes está um parque de merendas e um parque infantil que faz as delícias da pequenada.

Nos tempos do seu esplendor fidalgo, a Quinta da Piedade chegou a ter 20 mil azulejos de grande qualidade, o que dá uma ideia da beleza do espaço e do interior das edificações nele existentes.


Sinais de degradação



Os efeitos da chuva ácida sobre os monumentos históricos são provocados pela ocorrência de reações inorgânicas, denominadas reações de dupla troca.

Vale ressaltar ainda que toda chuva apresenta teor de ácido.

Além do desgaste físico (pequenas quebras) promovido pelo contato da gota da chuva com as construções, também ocorre um fenômeno químico, com processos que levam à perda de massa das edificações.

Demarcada no século XIV, quando foi instituído o Morgado da Póvoa, a Quinta passou por momentos de apogeu e decadência, tendo sido salva da degradação pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira em 1979, depois do período de abandono que se seguiu à sua venda, pela Casa de Abrantes.