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Pelourinho de Alverca

Tipo de património

Património material

Valor Patrimonial

Valor histórico

Estilo

Estilo Manuelino

Época dominante

Moderna (Séc. XVI)






Modelo 3D




Descrição



Foi construído em 1530 junto ao edifício da antiga Casa de Câmara daquele antigo concelho.

Trata-se de um interessante exemplo da Arquitetura Civil Pública Manuelina, com características estilística e emblemática típica da Arte Manuelina, como é o caso da base oitavada, flores quadrifoliadas e o remate apresenta uma rica simbologia.

Simboliza a autoridade municipal. No pelourinho eram justiçados crimes menores, com açoitamento ou exposição à vergonha pública.

Isso não impediu que sofresse os maiores vandalismos no século XIX, acabando por ser apeado em 1891.
Só em 24 de abril de 1988, quase 100 anos depois, voltou a ser colocado no seu lugar, mostrando os efeitos da sua má conservação.

No seu remate octogonal, uma das faces, mostra uma cabeça em cuja boca aparece a data do monumento: 1530.

Ainda no alto pode ver-se o escudo real do doador, D. Manuel I, e na face oposta a esfera armilar; o castelo de Santarém, com três torres, vila onde foi feita a doação; e 4 cabeças representando as ninfas do Tejo - as Tágides - que segurando na boca um cordão, unem simbolicamente o conjunto. O fundo granitado dos símbolos, representa o Tejo, povoações ribeirinhas, Santarém e Alverca.


Sinais de degradação



Os efeitos da chuva ácida sobre os monumentos históricos são provocados pela ocorrência de reações inorgânicas, denominadas reações de dupla troca.

Vale ressaltar ainda que toda chuva apresenta teor de ácido.

Além do desgaste físico (pequenas quebras) promovido pelo contato da gota da chuva com as construções, também ocorre um fenômeno químico, com processos que levam à perda de massa das edificações.

No entanto, o pelourinho de Alverca não mostra muitos sinais de degradação sem ser umas quebras minúsculas que quase nem se vêem perto do seu remate octogonal e da sua base.