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Avião T-38 Talon

Tipo de património

Património material

Identificação patrimonial

Monumento






Modelo 3D




Descrição



Inaugurado dia 13/06/2019. O monumento celebra os últimos 100 anos de atividade aeronáutica em Alverca.
A posição em que se encontra o avião representa “a manobra sublime e mais difícil que um piloto tem de fazer em combate, que é o looping”. O monumento faz assim também homenagem à capacidade dos pilotos portugueses.

O monumento é da autoria do arquitecto Miguel Conceição, que foi responsável, entre outras obras, pela remodelação da torre de controlo da base de Monte Real e do monumento aos 100 anos da aviação militar em Portugal, em Sintra.

Este monumento foi instalado numa rotunda que costumava estar cheia de ervas.

O Northrop T-38 Talon é um avião de treino avançado de fabrico norte-americano. Atinge velocidades máximas de 1381 quilómetros por hora e a primeira unidade voou em 1959. Nos anos seguintes, até 1972, foram fabricados 1187 T-38 Talon.
A Força Aérea Portuguesa adquiriu 12 unidades em 1977, que se mantiveram no activo durante largos anos.

O T-38 foi o primeiro avião supersónico recebido por Portugal. O avião de Alverca foi esvaziado de todas as suas estruturas interiores, reabilitado na OGMA - Indústria Aeronáutica e aplicado numa base de suporte capaz de aguentar o seu peso de 3,2 toneladas. Tem 14 metros de comprimento e 7,7 metros de envergadura.
No total a Câmara de Vila Franca de Xira gastou 160 mil euros na obra.

Alberto Mesquita, presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, explica que este era um objectivo antigo, que foi possível concretizar graças ao envolvimento de vários parceiros. “É um monumento muito significativo para Alverca e para o concelho e que resulta de uma parceria da Câmara com a Força Aérea Portuguesa e com a União de Freguesias. Teve, também, o apoio da Ogma e a colaboração de outras entidades como a Infra-estruturas de Portugal e a Brisa. Creio que é uma forma excelente de assinalarmos o centenário da aeronáutica na cidade de Alverca”, salienta Alberto Mesquita.


Sinais de degradação



Os efeitos da chuva ácida sobre os monumentos históricos são provocados pela ocorrência de reações inorgânicas, denominadas reações de dupla troca.

Vale ressaltar ainda que toda chuva apresenta teor de ácido.

Além do desgaste físico (pequenas quebras) promovido pelo contato da gota da chuva com as construções, também ocorre um fenômeno químico, com processos que levam à perda de massa das edificações.

No entanto, este monumento não mostra nenhum sinal de degradação.